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    FAAN - 10 ANOS
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Bem-vindo à FAAN

Seja bem-vindo ao portal da Fundação Dr. António Agostinho Neto, nosso objectivo é promover a pesquisa e divulgação da vida e da obra do Dr. António Agostinho Neto; Promover actividades para melhorar o bem-estar e a condição dos angolanos; A promoção da educação, da ciência, da tecnologia e da cultura, para incentivar a criação e a inovação, de todo o tipo e sob todas as formas, e a investigação científica e tecnológica.

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NOTA DE CONDOLÊNCIAS

Sinceros pêsames pelo falecimento da Dra. Vera Matos, ocorrido por doença no dia 5 de Fevereiro, em Luanda. A Dra. Vera Matos, esposa do Dr. Augusto de Matos, antigo Ministro das Finanças de 1982 a 1990, formou-se na Faculdade de Pedagogia de Rikeja, Croácia e foi professora no ISCED de Luanda. A sua energia e optimismo vão fazer-nos falta. Ao Dr. Augusto Matos, General José de Matos (Selivali ou Matos Grosso), Dra. Liz Matos e restantes familiares, as nossas sentidas condolências pela perda desta camarada e amiga.

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FAAN visita Atelier em Belgrado

Administrador executivo Amarildo da Conceição e o director Victor Bunga, visitam atelier de escultor sérvio em Belgrado que produz uma estátua de Agostinho Neto para colocar na Avenida Agostinho Neto. Belgrado, 2.2.2018

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O CHEIRO A GASOLINA E O BOI DA DISCÓRDIA NA POESIA DE JOSÉ LUÍS MENDONÇA

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Pires Laranjeira
(FLUC-CLP/FCT)
tirou-nos tudo a burguesia
colonial e pós colónia, olhai
como ficaram magros os ventos
dos punhos cerrados do povo.
(in “Praça da não-independência”)
o Estado ficou sozinho com
a mentira bruta
e a esquizofrénica e desmedida
medula da prepotência
(In “Privatizaram os monumentos”)

José Luís Mendonça surpreende-nos com este livro de poesia, 'Angola, me diz ainda', como já surpreendera ao publicar o romance 'O reino das casuarinas', porque em ambos reivindica a herança literária de Agostinho Neto e questiona a organização sócio-económica do país. O seu atrevimento é servido pelo humor ácido (“Porra, que este país só cheira a gasolina!”) e isso constitui todo um programa de desmontagem da política económica e desminagem da economia política na poesia, que, neste último caso, se tem manifestado muito contidamente ao longo do novíssimo século. Havia necessidade de trazer para a poesia a graça e a garra das falas livres e soltas, descomplexadas e frescas, denunciando o estado da nação, alguns desses textos escritos há bastante tempo, mas que somente agora puderam aparecer a público, percebe-se porquê.

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