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Seja bem-vindo ao portal da Fundação Dr. António Agostinho Neto, nosso objectivo é promover a pesquisa e divulgação da vida e da obra do Dr. António Agostinho Neto; Promover actividades para melhorar o bem-estar e a condição dos angolanos; A promoção da educação, da ciência, da tecnologia e da cultura, para incentivar a criação e a inovação, de todo o tipo e sob todas as formas, e a investigação científica e tecnológica.

aarco4.jpg - 253.88 KbA Fundação Dr. António Agostinho Neto lamenta o passamento físico do Prof. Emérito Abílio Alves Fernandes da Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto, ocorrido por doença em Luanda, no dia 30 de Setembro de 2016.

A Fundação rende tributo ao Prof. Abílio Fernandes que, como tantos quadros jovens, assegurou com brio científico, dedicação e entusiasmo nacionalista, o funcionamento da Faculdade de Ciências da Universidade de Angola e, posteriormente, Universidade Agostinho Neto perante o abandono da maioria dos quadros directivos e docentes portugueses em 1975.

A Fundação Dr. António Agostinho Neto endereça os seus sentimentos de pesar à família enlutada e à Universidade Agostinho Neto.

Luanda, 2 de Outubro de 2016

 

Sobre o falecimento do Professor emérito da Faculdade de Ciências Abílio Alves Fernandes

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A Universidade Agostinho Neto comunica, com profundo pesar, o falecimento do Professor Abílio Alves Fernandes, Professor Titular emérito do Departamento de Engenharia Geográfica da Faculdade de Ciências, ocorrido às 21H 10 do dia 30 de Setembro, por doença, no Hospital Militar Central, em Luanda, aos 81 anos de idade.

O Engenheiro Abílio Fernandes integrou a 1ª Comissão Directiva que, em 1975, sob a direcção do Presidente Dr. Agostinho Neto, assegurou o funcionamento da Universidade Agostinho Neto perante o abandono da maioria dos quadros directivos e docentes portugueses, assumindo durante 22 anos, até 1997, a direcção da Faculdade de Ciências.

aling1.png - 130.91 KbO Lingala é uma das grandes línguas bantu africanas, falada nos dois Congos (onde é idioma nacional) e nos países fronteiriços. Formou-se a partir do dialecto bobangi e de outras pequenas línguas congolesas. A partir de 1929 transformou-se na língua das forças armadas, da polícia da administração, das religiões, política, escolas e imprensa do então Congo Belga, sendo enriquecida com palavras em inglês, swahili, francês e português.
O contributo do português para este importantíssimo idioma africano – no qual são cantadas as mais belas músicas do continente africano – é surpreendente quando se sabe não ter havido um contacto directo entre os dois idiomas. Para essa «creoulização» deve ter sido relevante, no entanto, a presença de missionários portugueses.

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