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Um Brasil angolano: a TV brasileira em Angola

por Adillson Abell

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Não seria nenhum equívoco afirmar que a capital de Angola é uma colónia brasileira

Bem-aventurados sejam aqueles que amam essa desordem, bem-aventurados sejam os senhores do progresso e da média e da famigerada Rede de televisão. Primeiro, porque é fato que a “televisão” é uma das criações tecnológicas do ser humano, que foi tão disseminada a ponto de ser conhecida de toda a humanidade. Logo, esse “fato” já é uma das demonstrações de INFLUÊNCIA da televisão em toda sociedade.

TV brasileira não é maningue nice
De Michell Niero


Encantados pela janela mágica do entretenimento, Angola e Moçambique deixam de saber o que está por trás das novelas da Globo; então, vamos abrir a caixa-preta

 

 

 

 

 

maningue nice= muito fixe na língua das ruas moçambicanas

Brazilian Way of Life: Seja pela TV aberta ou paga, modo de vida brasileiro baseado nas novelas chega a boa parte da África lusófona


A influência brasileira nos países africanos de língua portuguesa, especialmente em Angola e Moçambique, só tem crescido nos últimos anos. Pela tela da TV um Brasil disfarçado, construído com base em clichés e omitido cirurgicamente por meio de novelas, telejornais, programas de variedades e seriados das redes Globo e Record.

A FAAN organizou uma mesa redonda denominada Diálogos em Família sobre “Poligamia ou Adultério?”, sob o lema “A nova ordem começa em nossa casa” no dia 5 de Março, em alusão aos dias nacional e internacional da mulher, celebrados em 2 e 8 de Março, respectivamente.  O lema “A nova ordem começa em nossa casa” é um texto de Agostinho Neto escrito em 1944, tinha ele 22 anos, e publicado no mensário cristão “O Estandarte”, no qual apelava aos seus irmãos da igreja a iniciar as mudanças em sua própria casa e dentro da igreja.

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